Os livros-objetos Poemóbiles (1968-1974), e Caixa preta (1975), são, para dizer o mínimo, dois pontos elevados, tão luminosos quanto complexos, da ainda pouco estudada relação estabelecida, no Brasil, pelo menos da década de 1950 em diante, entre a poesia e o design. Destinam-se, tais obras, àquele raro tipo de leitor/a que, mais do que receber, […]
Leia mais“A matéria-prima da imagem fotográfica é a aparência – selecionada, iluminada, maquilada, produzida, inventada, reinventada – objeto da representação. Para Boris Kossoyem “Os Tempos da Fotografia” essa imagem se apresenta como uma segunda realidade. Possíveis verdades que o fotógrafo num fascinante processo de criação, construção e representação do objeto fotografado revela, criando um intenso diálogo […]
Leia maisUm caderno – e porque caderno, se poderia tomá-lo como repertório de anotações? ou de esboços? E uma anotação ou um esboço mostrariam apenas o que talvez se prepare para ser outra coisa? Talvez esteja em questão sobretudo um ponto de vista, um modo de expor, que até mesmo inclua em seu procedimento alguma insinuação […]
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